Eduardo D Oxossi

Foto de Eduardo dos Santos Porcino
Eduardo D Oxossi
Eduardo dos Santos Porcino (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2010 · PV
36 anos em 2010 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Eduardo D Oxossi (Eduardo dos Santos Porcino) disputou 4 eleições entre 2000 e 2010, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 913 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por MG, declarou R$ 384 em receitas: R$ 284 de outras campanhas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 284. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2008 (82% com serviços de terceiros) e R$ 768 em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

500 votos em 2010 (anulados) · 4 eleições

A votação de Eduardo dos Santos Porcino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 384 em receitas · R$ 284 em gastos contratados

Eduardo D Oxossi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, vereador em Juiz de Fora (MG) em 2008, e deputado estadual por Minas Gerais em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 384 em receitas: R$ 284 de outras campanhas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 284. Em 2008, 82% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2006, 78% dos R$ 768 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2010R$ 384campanha encerrada
Gastos em 2010R$ 284contratados
Gastos em 2008R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 384
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 74% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 284
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 284100,0%
2008Vereador, Juiz de Fora (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 96% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil82,2%
  • Materiais impressosR$ 2 mil16,5%
  • Materiais de expedienteR$ 1201,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 290,2%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 925
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 768
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 60078,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 16821,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892