Ademir da Guia

Foto de Ademir da Guia
Ademir da Guia
8 eleições entre 2004 e 2020 · último partido MDB
78 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ademir da Guia disputou 8 eleições entre 2004 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Paulo em 2004. A maior votação foi em 2004, para vereador em São Paulo/SP: 27.541 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SP, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 486 de outras campanhas, R$ 24 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 30 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 15 mil), pessoal (R$ 10 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 73 mil em 2012 e R$ 109 mil em 2010.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

744 votos em 2020 (anulados) · 8 eleições

A votação de Ademir da Guia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 75 mil em receitas · R$ 74 mil em gastos contratados

Ademir da Guia declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008 e 2012, e deputado estadual por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 486 de outras campanhas, R$ 24 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 30 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 15 mil) e pessoal (R$ 10 mil). Em 2012, R$ 73 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 109 mil em gastos contratados.

Gastos em 2014R$ 74 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 75 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 32% · empresas 40% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 74 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 15 mil19,6%
  • PessoalR$ 10 mil13,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil13,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil10,3%
  • Outras 10 categoriasR$ 32 mil43,3%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 196 mil
14 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 4% · partido e outras campanhas 66% · pessoas 25% · empresas 5% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 73 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Correspondências e despesas postaisR$ 15 mil20,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil19,4%
  • Materiais impressosR$ 13 mil17,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil13,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 21 mil29,1%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 109 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 5% · partido e outras campanhas 95%
Gasto contratado
R$ 109 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 39 mil35,6%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil9,2%
  • Despesas postaisR$ 8190,8%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil54,5%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 332 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 84% · pessoas 8% · empresas 8%
Gasto contratado
R$ 264 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 93 mil35,3%
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil11,9%
  • Despesas postaisR$ 8 mil3,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil2,5%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 212 lançados como "diversas a especificar"R$ 125 mil47,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892