- Materiais impressosR$ 7 mil65,3%
- Serviços de terceirosR$ 3 mil34,5%
- Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 170,2%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mário Júnior (Mário Inácio Júnior) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por MG: 296 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MG, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 630 do Fundo Partidário e R$ 100 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil), serviços de terceiros (R$ 3 mil) e taxa de administração de financiamento coletivo (R$ 17).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mário Inácio Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mário Júnior declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Minas Gerais em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 630 do Fundo Partidário e R$ 100 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.