Charly Jhone

Foto de Charly Jhone Santos de Sousa
Charly Jhone
Charly Jhone Santos de Sousa (nome civil)
8 eleições entre 1998 e 2022 · último partido PL
53 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Charly Jhone (Charly Jhone Santos de Sousa) disputou 8 eleições entre 1998 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2018; vereador de Macapá em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por AP: 3.633 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por AP, declarou R$ 510 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 499 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 171 mil), serviços advocatícios (R$ 150 mil) e serviços de terceiros (R$ 84 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 335 mil em 2018 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 26 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

3.633 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Charly Jhone Santos de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 510 mil em receitas · R$ 499 mil em gastos

Charly Jhone declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, 2010 e 2018, e deputado federal por Amapá em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 510 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 499 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 171 mil) e serviços advocatícios (R$ 150 mil). Em 2018, 49% dos R$ 335 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 61% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 510 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 499 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 335 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42006, 2010, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 510 mil
sem doações de pessoas
FEFC 98% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 499 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 171 mil34,3%
  • Serviços advocatíciosR$ 150 mil30,0%
  • Serviços de terceirosR$ 84 mil16,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 25 mil5,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 20 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 69 mil13,7%
2018Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 369 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 91% · partido e outras campanhas 9% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 335 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 164 mil48,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 57 mil17,0%
  • Serviços de terceirosR$ 57 mil17,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 30 mil9,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 27 mil8,2%
2010Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 65% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil61,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil9,6%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 6002,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 15menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 7 mil27,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 81% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil42,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil19,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil6,5%
  • PessoalR$ 1 mil4,3%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil27,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE depois da eleição. Antes constava suplente nos dados do TSE; nos dados mais recentes do TSE consta não eleito. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892