- Militância e mobilização de ruaR$ 57053,9%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 30028,4%
- PessoalR$ 15614,8%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 313,0%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professora Ana Cristina (Ana Cristina de Lima) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereadora em Ceará-Mirim/RN: 38 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Ceará-Mirim/RN, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 570), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300) e pessoal (R$ 156).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ana Cristina de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professora Ana Cristina declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Rio Grande do Norte em 2018, e vereadora em Ceará-Mirim (RN) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 570) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.