Barros da Saude

Foto de Odimar Ferreira Barros
Barros da Saude
Odimar Ferreira Barros (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PT
56 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Barros da Saude (Odimar Ferreira Barros) disputou 6 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para vereador em Rio Verde/GO: 659 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por GO, declarou R$ 2 mil em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 24 mil em 2016 (88% com militância e mobilização de rua) e R$ 68 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

496 votos em 2018 (anulados) · 6 eleições

A votação de Odimar Ferreira Barros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2 mil em receitas

Barros da Saude declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Rio Verde (GO) em 2008 e 2016, e deputado estadual por Goiás em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2 mil em receitas, de outras campanhas. Em 2016, 88% dos R$ 24 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2008, R$ 68 em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 24 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Rio Verde (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · partido 3% · pessoas 92% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 21 mil87,6%
  • Materiais impressosR$ 1 mil5,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 7783,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 6002,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 2821,2%
2008Vereador, Rio Verde (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 68
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 68
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 68100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892