- Serviços de terceirosR$ 3 mil55,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil27,9%
- Materiais impressosR$ 89716,6%
- Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 120,2%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tião da Moradia (Sebastião de Araújo Pereira) disputou 2 eleições entre 2018 e 2024, para vereador e 1º suplente. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2024 para vereador em Águas Lindas de Goiás/GO, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 208 de outras campanhas, R$ 321 de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 897).
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Tião da Moradia declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Águas Lindas de Goiás (GO) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 208 de outras campanhas, R$ 321 de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.