Gastão Filho

Foto de Gastão Cavalcanti Lima Filho
Gastão Filho
Gastão Cavalcanti Lima Filho (nome civil)
2 eleições entre 2018 e 2020 · último partido PODE
63 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Agente Administrativo
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gastão Filho (Gastão Cavalcanti Lima Filho) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RJ: 306 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 308 em receitas: R$ 300 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 8, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 8).

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Evolução da votação nas eleições

201 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Gastão Cavalcanti Lima Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 308 em receitas · R$ 8 em gastos

Gastão Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 308 em receitas: R$ 300 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 8, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 8).

Receitas em 2018R$ 308campanha encerrada
Gastos em 2018R$ 8campanha encerrada; tudo pago
Campanhas12018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 308
doações de pessoas
FEFC 97% · pessoas 3%
Gasto contratado
R$ 8
tudo pago (100%)
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 8100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892