Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Hélio Kondo disputou 2 eleições entre 2004 e 2008, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Cristais Paulista em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Cristais Paulista/SP: 2.218 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Cristais Paulista/SP, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), publicidade por carros de som (R$ 6 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil).
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Evolução da votação nas eleições
2.218 votos em 2008 (eleito) · 2 eleições
A votação de Hélio Kondo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados
Hélio Kondo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cristais Paulista (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e publicidade por carros de som (R$ 6 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil8,7%
Outras 5 categoriasinclui R$ 725 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil7,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.