Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tina (Vicentina Pereira Alves) disputou 5 eleições entre 2008 e 2024, para vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Teófilo Otoni em 2016. A maior votação foi em 2008, para vereadora em Teófilo Otoni/MG: 958 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Teófilo Otoni/MG, declarou R$ 84 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 84 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 39 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2020 (44% com eventos de promoção da candidatura) e R$ 10 mil em 2016.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
295 votos em 2024 · 5 eleições
A votação de Vicentina Pereira Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2024: R$ 84 mil em receitas · R$ 84 mil em gastos
Tina declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Teófilo Otoni (MG) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 84 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 84 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 39 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil). Em 2020, 44% dos R$ 5 mil em gastos foram com eventos de promoção da candidatura; em 2016, R$ 10 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 84 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 84 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 7% · pessoas 28% · empresas 6% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 3 mil35,3%
Materiais impressosR$ 2 mil18,1%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5506,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 5005,8%
Outras 4 categoriasinclui R$ 327 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil34,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2016ELEITO · MÉDIA525LTeófilo Otoni, Minas Gerais · 64 anos · Parda · Ensino médio completo · Vereador · PT · nº 13333 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012SUPLENTE545LTeófilo Otoni, Minas Gerais · 60 anos · Ensino médio completo · PT · nº 13333 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008SUPLENTE958LTeófilo Otoni, Minas Gerais · 56 anos · Ensino médio incompleto · Dona de Casa · PT · nº 13333 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.