Pedro Patrus

Foto de Pedro Luiz Neves Victer Ananias
Pedro Patrus
Pedro Luiz Neves Victer Ananias (nome civil)
5 eleições entre 2012 e 2024 · PT
47 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro Patrus (Pedro Luiz Neves Victer Ananias) disputou 5 eleições entre 2012 e 2024, para vereador e 1º suplente. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Belo Horizonte em 2024, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Belo Horizonte/MG: 9.284 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 430 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outras campanhas e R$ 116 mil de doações privadas (22 doadores). Os gastos contratados somam R$ 407 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 91 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 88 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 73 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 281 mil em 2020 e R$ 315 mil em 2016.

Vereador · 2024
7.675
votos · Belo Horizonte, Minas Gerais
ELEITO · MÉDIA
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

7.675 votos em 2024 (eleito) · 5 eleições

A votação de Pedro Luiz Neves Victer Ananias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 430 mil em receitas · R$ 407 mil em gastos

Pedro Patrus declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 430 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outras campanhas e R$ 116 mil de doações privadas (22 doadores). Os gastos contratados somam R$ 407 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 91 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 88 mil). Em 2020, R$ 281 mil em gastos; em 2016, R$ 315 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 430 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 407 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 281 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2016, 2020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 430 mil
22 doadores pessoas físicas
FEFC 70% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 27%
Gasto contratado
R$ 407 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 91 mil22,5%
  • Materiais impressosR$ 88 mil21,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 73 mil17,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 40 mil9,8%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 115 mil28,2%
2020Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 291 mil
83 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC menos de 1% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 97%
Gasto contratado
R$ 281 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 60 mil21,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 56 mil20,0%
  • Serviços de terceirosR$ 42 mil15,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 18 mil6,4%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 105 mil37,4%
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 315 mil
95 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 84% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 315 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 103 mil32,7%
  • Materiais impressosR$ 74 mil23,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 40 mil12,7%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 25 mil8,0%
  • Outras 14 categoriasR$ 73 mil23,1%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 602 mil
20 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 55% · partido 2% · pessoas 17% · empresas 26%
Gasto contratado
R$ 239 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 46 mil19,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 39 mil16,4%
  • Locação de imóveisR$ 31 mil13,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 29 mil12,3%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 75 lançados como "diversas a especificar"R$ 93 mil38,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892