Foguinho

Foto de Antonio Carlos Alves
Foguinho
Antonio Carlos Alves (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PSB
71 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Técnico de Eletricidade, Eletrônica e Telecomunicações

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Foguinho (Antônio Carlos Alves) disputou 8 eleições entre 1994 e 2016, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1994, para deputado federal por SP: 643 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Bernardo do Campo/SP, declarou R$ 186 em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 186, principalmente com serviços de terceiros (R$ 100) e publicidade por adesivos (R$ 86). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil.

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Evolução da votação nas eleições

282 votos em 2010 (anulados) · 8 eleições

A votação de Antonio Carlos Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 186 em receitas · R$ 186 em gastos contratados

Foguinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2010, e vereador em São Bernardo do Campo (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 186 em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 186, principalmente com serviços de terceiros (R$ 100) e publicidade por adesivos (R$ 86). Em 2010, R$ 5 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 186campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 186contratados
Gastos em 2010R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2016Vereador, São Bernardo do Campo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 186
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 186
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 10053,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 8646,2%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil32,3%
  • Materiais impressosR$ 50010,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1202,5%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 4 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil54,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Antonio Carlos Alves (Foguinho): candidaturas e votos · Radar do Voto