- Militância e mobilização de ruaR$ 104 mil23,3%
- Materiais impressosR$ 87 mil19,5%
- Serviços advocatíciosR$ 60 mil13,4%
- Serviços de terceirosR$ 47 mil10,6%
- Outras 15 categoriasR$ 149 mil33,2%
Rogério Santos (José Rogerio Soares dos Santos) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2022; vereador de Osasco em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por SP: 76.602 votos. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 107,6 milhões em 387 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 161 municípios; 64% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SP, declarou R$ 536 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 8 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 104 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 87 mil) e serviços advocatícios (R$ 60 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2020 (61% com publicidade por materiais impressos) e R$ 11 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Rogerio Soares dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rogério Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Osasco (SP) em 2016 e 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 536 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 8 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 104 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 87 mil). Em 2020, 61% dos R$ 3 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 45% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Rogério Santos indicou R$ 107,6 milhões em 387 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 161 municípios. Até a coleta de set/2026 na fonte, 64% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Osasco, São Paulo e Dracena.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 33 milhões | R$ 9,2 milhões | 28% | 125 | 93 |
| 2025 | R$ 32,6 milhões | R$ 24,6 milhões | 75% | 127 | 95 |
| 2024 | R$ 31 milhões | R$ 24,4 milhões | 79% | 106 | 64 |
| 2023 | R$ 11 milhões | R$ 11 milhões | 100% | 29 | 27 |
| Total | R$ 107,6 milhões | R$ 69,2 milhões | 64% | 387 | 161 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em set/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.