- Cessão ou locação de veículosR$ 131 mil85,6%
- Serviços de terceirosR$ 9 mil5,9%
- Materiais impressosR$ 9 mil5,6%
- Publicidade por carros de somR$ 2 mil1,3%
- Outras 4 categoriasR$ 2 mil1,6%

Marita Luitgards (Marita Conceição Ferreira Luitgards de Moura) disputou 1 eleição, em 2014, para deputada distrital por DF, com 162 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada distrital por DF, declarou R$ 153 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 153 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 131 mil), serviços de terceiros (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil).
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Marita Luitgards declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada distrital por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 153 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 153 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 131 mil) e serviços de terceiros (R$ 9 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.