Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gastão Ramos (Gastão José de Oliveira Ramos) disputou 2 eleições entre 2006 e 2010, para deputado federal e vice-governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado federal por DF, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 29 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 67 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 7 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil).
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Evolução da votação nas eleições
3.540 votos em 2010 · 2 eleições
A votação de Gastão Jose de Oliveira Ramos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
GovernadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 67 mil em receitas · R$ 67 mil em gastos contratados
Gastão Ramos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Distrito Federal em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 29 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 67 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 7 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil).
partido e outras campanhas 9% · pessoas 37% · empresas 43% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 67 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 7 mil10,2%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil8,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil6,0%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 4 mil6,0%
Outras 9 categoriasinclui R$ 8 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 47 mil69,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.