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Julio Cechinel

Foto de Julio Cezar Cechinel
Julio Cechinel
Julio Cezar Cechinel (nome civil)
3 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PSD
61 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Farmacêutico

Julio Cechinel (Júlio Cezar Cechinel) disputou 3 eleições entre 2000 e 2012, para vice-prefeito, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Içara em 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Içara/SC: 15.492 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por SC, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 27 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 8 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

12.656 votos em 2006 · 3 eleições

A votação de Julio Cezar Cechinel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 51 mil em receitas · R$ 51 mil em gastos contratados

Julio Cechinel declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Santa Catarina em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 27 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 8 mil).

Receitas em 2006R$ 51 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 51 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 31% · empresas 53% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 51 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil30,8%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 8 mil15,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil10,6%
  • AlimentaçãoR$ 3 mil5,8%
  • Outras 6 categoriasR$ 19 mil37,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.