Claudio do Doce

Foto de Claudio Lourenço Ferreira
Claudio do Doce
Claudio Lourenço Ferreira (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2020 · PDT
45 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Vendedor de Comércio Varejista e Atacadista
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudio do Doce (Claudio Lourenço Ferreira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Angra dos Reis/RJ: 191 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Angra dos Reis/RJ, declarou R$ 320 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 310, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 300) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 65% com publicidade por placas, estandartes e faixas.

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Evolução da votação nas eleições

88 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Claudio Lourenço Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 320 em receitas · R$ 310 em gastos

Claudio do Doce declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Angra dos Reis (RJ) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 320 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 310, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 300) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Em 2012, 65% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 320campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 310campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2020Vereador, Angra dos Reis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 320
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 310
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 30096,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 103,4%
2012Vereador, Angra dos Reis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 82065,1%
  • Materiais impressosR$ 44034,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892