Claudinho da Laza

Foto de Claudio Francisco Porfirio
Claudinho da Laza
Claudio Francisco Porfirio (nome civil)
1 eleição em 2016 · PMDB
40 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio incompleto
Motorista de Veículos de Transporte de Carga

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudinho da Laza (Claudio Francisco Porfirio) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Senador Amaral/MG, com 98 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Senador Amaral/MG, declarou R$ 875 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 830, principalmente com serviços de terceiros (R$ 476), combustíveis e lubrificantes (R$ 178) e publicidade por materiais impressos (R$ 176).

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Financiamento das campanhas

2016: R$ 875 em receitas · R$ 830 em gastos contratados

Claudinho da Laza declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Senador Amaral (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 875 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 830, principalmente com serviços de terceiros (R$ 476) e combustíveis e lubrificantes (R$ 178).

Receitas em 2016R$ 875campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 830contratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Recursos próprios
2016Vereador, Senador Amaral (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 875
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 830
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 47657,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17821,5%
  • Materiais impressosR$ 17621,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

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Candidaturas

1 candidatura

Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892