- Locação de imóveisR$ 10 mil63,4%
- Serviços de terceirosR$ 6 mil36,6%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 2menos de 0,1%

Segundo o Radar do Voto, Cristina Almeida (PODE) ficou como suplente de deputada estadual pelo Amapá em 2026, com 1.778 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cristina Almeida (Maria Cristina do Rosário Almeida Mendes) disputou 8 eleições entre 2006 e 2026, para deputada estadual, deputada federal, prefeita, vereadora e senadora. Ela foi eleita 4 vezes: deputada estadual em 2018, 2014 e 2010; vereadora de Macapá em 2008. A maior votação foi em 2006, para senadora por AP: 123.378 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por AP, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 10 mil), serviços de terceiros (R$ 6 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 2). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1 milhão em 2022 e R$ 403 mil em 2018.
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A votação de Maria Cristina do Rosario Almeida Mendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cristina Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: senadora por Amapá em 2006, vereadora em Macapá (AP) em 2008, deputada estadual por Amapá em 2010, 2014, 2018 e 2026, prefeita em Macapá (AP) em 2012, e deputada federal por Amapá em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 6 mil); R$ 11 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1 milhão em gastos; em 2018, R$ 403 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.