Professor Cori

Foto de Coriolano Ferreira de Moraes Neto
Professor Cori
Coriolano Ferreira de Moraes Neto (nome civil)
6 eleições entre 2008 e 2024 · último partido AVANTE
52 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Cori (Coriolano Ferreira de Moraes Neto) disputou 6 eleições entre 2008 e 2024, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Vitória da Conquista em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por BA: 19.330 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Vitória da Conquista/BA, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 882 de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), pessoal (R$ 4 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 17 mil em 2020 (58% com publicidade por materiais impressos) e R$ 46 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

840 votos em 2024 (anulados) · 6 eleições

A votação de Coriolano Ferreira de Moraes Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 20 mil em receitas · R$ 18 mil em gastos

Professor Cori declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Vitória da Conquista (BA) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Bahia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 882 de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e pessoal (R$ 4 mil). Em 2020, 58% dos R$ 17 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 46 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 20 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 18 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2012 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 56% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 18 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 6 mil34,3%
  • PessoalR$ 4 mil19,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil18,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil12,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil15,0%
2020Vereador, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 61% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 10 mil58,3%
  • PessoalR$ 2 mil9,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil9,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil9,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil13,4%
2016Vereador, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 75% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 16 mil34,6%
  • Materiais impressosR$ 13 mil29,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil11,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil4,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 149 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil19,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 370 mil
78 doadores pessoas físicas
pessoas 71% · empresas 20% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 370 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 114 mil30,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 59 mil16,1%
  • Materiais impressosR$ 57 mil15,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 37 mil9,9%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 102 mil27,6%
2012Vereador, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
23 doadores pessoas físicas
pessoas 80% · empresas 12% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 15 mil39,3%
  • Materiais impressosR$ 12 mil32,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil13,7%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 3 mil8,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 2 mil6,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892