Nilda Gondim (Ozanilda Gondim Vital do Rego) disputou 2 eleições entre 2010 e 2014, para 1º suplente e deputada federal, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: 1º suplente em 2014; deputada federal em 2010. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 93,2 milhões empenhados em 47 emendas individuais aos orçamentos de 2021 a 2023, para 60 municípios; 98% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2010 para deputada federal por PB, declarou R$ 473 mil em receitas: R$ 237 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 111 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 66 mil de empresas e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 423 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 83 mil), pessoal (R$ 47 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil).
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Evolução da votação nas eleições
79.412 votos em 2010 (eleita) · 2 eleições
A votação de Ozanilda Gondim Vital do Rego em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 473 mil em receitas · R$ 423 mil em gastos contratados
Nilda Gondim declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Paraíba em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 473 mil em receitas: R$ 237 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 111 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 66 mil de empresas e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 423 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 83 mil) e pessoal (R$ 47 mil).
partido e outras campanhas 50% · pessoas 23% · empresas 14% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 423 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 83 mil19,6%
PessoalR$ 47 mil11,1%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil7,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 30 mil7,1%
Outras 13 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 233 mil55,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 93,2 milhões empenhados · 98% pago · 47 emendas em 60 municípios
Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 14/10/20263
Na Câmara dos Deputados, Nilda Gondim teve R$ 93,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 47 emendas individuais aos orçamentos de 2021 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 60 municípios. Já foram pagos R$ 91,3 milhões (98%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam foram Mulungu, Pedras de Fogo e Curral Velho.2
EmpenhadoR$ 93,2 milhõesorçamentos de 2021 a 2023
PagoR$ 91,3 milhões98% do empenhado, com restos a pagar
Emendas47individuais
Municípios60diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2023
R$ 59 milhões
R$ 59 milhões
100%
22
34
2022
R$ 18,1 milhões
R$ 16,7 milhões
92%
11
17
2021
R$ 16 milhões
R$ 15 milhões
93%
14
14
Total
R$ 93,2 milhões
R$ 90,7 milhões
97%
47
60
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 49,1 milhões52,7%
2Encargos EspeciaisR$ 27,3 milhões29,3%
3UrbanismoR$ 7 milhões7,5%
Municípios que mais receberam
1MulunguR$ 2,1 milhões2,2%
2Pedras de FogoR$ 2 milhões2,1%
3Curral VelhoR$ 2 milhões2,1%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 14/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
4
Candidaturas
2 candidaturas · eleita em 2010 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
1º Suplente · 2014ELEITO647.271GPB · 68 anos · Branca · Ensino médio incompleto · Deputado · PMDB · nº 155 · suplente de senador não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.