Vitor Felice (Vitor Guilherme Pereira Felice) disputou 4 eleições entre 2016 e 2024, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Bom Jesus de Goiás em 2024. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por GO: 1.172 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Bom Jesus de Goiás/GO, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 700 de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 19 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 700). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 30 mil em 2022 (41% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 7 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
407 votos em 2024 (eleito) · 4 eleições
A votação de Vitor Guilherme Pereira Felice em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 27 mil em receitas · R$ 26 mil em gastos
Vitor Felice declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Bom Jesus de Goiás (GO) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Goiás em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 700 de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 19 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2022, 41% dos R$ 30 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2020, 54% dos R$ 7 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2024R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 26 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 30 milcampanha encerrada; tudo pago
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 200100,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2024ELEITO407LBom Jesus de Goiás, Goiás · 36 anos · Branca · Superior incompleto · Agricultor · REPUBLICANOS · nº 10999 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE1.172GGO · 34 anos · Branca · Ensino médio incompleto · Agricultor · PL · nº 22822 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2020SUPLENTE292LBom Jesus de Goiás, Goiás · 32 anos · Branca · Ensino médio completo · Agricultor · MDB · nº 15999 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016—LBom Jesus de Goiás, Goiás · 28 anos · Branca · Ensino médio completo · Agricultor · PSDC · nº 27111 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.