Elmiro Nascimento

Foto de Elmiro Alves do Nascimento
Elmiro Nascimento
Elmiro Alves do Nascimento (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2018 · último partido DEM
67 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Administrador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Elmiro Nascimento (Elmiro Alves do Nascimento) disputou 8 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual, deputado federal, 1º suplente senador e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: 1º suplente senador em 2010; deputado estadual em 2006; prefeito de Patos de Minas em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 63.423 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 432 mil em receitas: R$ 22 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 400 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 409 mil, principalmente com pessoal (R$ 246 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 70 mil) e serviços de terceiros (R$ 17 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 499 mil em 2014 e R$ 319 mil em 2006.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

26.098 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Elmiro Alves do Nascimento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoSenadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 432 mil em receitas · R$ 409 mil em gastos

Elmiro Nascimento declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2018, e deputado federal por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 432 mil em receitas: R$ 22 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 400 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 409 mil, principalmente com pessoal (R$ 246 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 70 mil). Em 2014, R$ 499 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 319 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 432 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 409 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 499 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 432 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 5% · pessoas 2% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 409 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 246 mil60,3%
  • Materiais impressosR$ 70 mil17,2%
  • Serviços de terceirosR$ 17 mil4,0%
  • AlimentaçãoR$ 16 mil4,0%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil14,4%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 499 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 5% · empresas 15% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 499 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 192 mil38,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 86 mil17,2%
  • Materiais impressosR$ 72 mil14,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 45 mil9,1%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 36 lançados como "diversas a especificar"R$ 104 mil20,8%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 320 mil
89 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 8% · empresas 10% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 319 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 69 mil21,7%
  • Materiais impressosR$ 65 mil20,5%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 63 mil19,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 21 mil6,7%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 100 mil31,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892