- Militância e mobilização de ruaR$ 33 mil45,1%
- Serviços advocatíciosR$ 25 mil34,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil10,5%
- Materiais impressosR$ 4 mil5,0%
- Outras 2 categoriasR$ 3 mil4,7%
Doutora Débora (Débora Pacheco Quidá) disputou 1 eleição, em 2024, para vereadora em Cáceres/MT. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Em 2026, concorre a deputada federal por MT pelo NOVO. Na campanha de 2026 para deputada federal por MT, declarou R$ 166 mil em receitas: R$ 125 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 36 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 33 mil), serviços advocatícios (R$ 25 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Doutora Débora declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Mato Grosso em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 166 mil em receitas: R$ 125 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 36 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 33 mil) e serviços advocatícios (R$ 25 mil); R$ 60 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.