7 eleições entre 2000 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
66 anos em 2020 · Feminino · Ensino fundamental incompleto
Vereador
Miguelina do Povão (Maria Miguelina de Lourdes Quintino) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereadora e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Iúna em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por ES: 1.538 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Iúna/ES, declarou R$ 614 em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 410 em 2018 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
68 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Maria Miguelina de Lourdes Quintino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 614 em receitas
Miguelina do Povão declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Ibatiba (ES) em 2008, vereadora em Iúna (ES) em 2012, 2016 e 2020, e deputada estadual por Espírito Santo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 614 em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Em 2018, 100% dos R$ 410 em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 51% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2008—LIbatiba, Espírito Santo · 54 anos · Ensino fundamental incompleto · PPS · nº 23456 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Vereador · 2000SUPLENTE172LIbatiba, Espírito Santo · 46 anos · Ensino fundamental incompleto · Dona de Casa · PPB · nº 11622 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PDT
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.