Amador Xavier

Foto de Amador Xavier de Carvalho
Amador Xavier
Amador Xavier de Carvalho (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PSB
63 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Motorista de Veículos de Transporte de Carga

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Amador Xavier (Amador Xavier de Carvalho) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em João Pinheiro/MG: 148 votos. Na campanha de 2016 para vereador em João Pinheiro/MG, declarou R$ 930 em receitas: R$ 50 de outras campanhas e R$ 880 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 930, principalmente com serviços de terceiros (R$ 880) e publicidade por materiais impressos (R$ 50). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 71% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

69 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições

A votação de Amador Xavier de Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 930 em receitas · R$ 930 em gastos contratados

Amador Xavier declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em João Pinheiro (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 930 em receitas: R$ 50 de outras campanhas e R$ 880 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 930, principalmente com serviços de terceiros (R$ 880) e publicidade por materiais impressos (R$ 50). Em 2008, 71% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 930campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 930contratados
Gastos em 2008R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, João Pinheiro (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 930
doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 95%
Gasto contratado
R$ 930
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 88094,6%
  • Materiais impressosR$ 505,4%
2008Vereador, João Pinheiro (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil70,9%
  • Materiais impressosR$ 3705,3%
  • PessoalR$ 1502,1%
  • TelefoneR$ 1191,7%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 130 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil20,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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