Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rochinha do PT (Petronílio Rocha Filho) disputou 8 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual, vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Taguatinga em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Taguatinga/TO: 573 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por TO, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil), pessoal (R$ 5 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 593 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 11 mil em 2010.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
325 votos em 2014 · 8 eleições
A votação de Petronilio Rocha Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2014: R$ 28 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos contratados
Rochinha do PT declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2006, 2010 e 2014, prefeito em Taguatinga (TO) em 2008, e vereador em Taguatinga (TO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil) e pessoal (R$ 5 mil). Em 2012, 100% dos R$ 593 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 44% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2014R$ 28 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 28 milcontratados
Gastos em 2012R$ 593contratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 23% · pessoas 10% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais de expedienteR$ 2 mil15,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil11,0%
Materiais impressosR$ 6936,7%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 6005,8%
Outras 3 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil60,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010—GTO · 53 anos · Ensino médio completo · Servidor Público Federal · PT · nº 13604 · o TSE não publicou votação desta candidatura · ver a eleição
Vereador · 2000ELEITO327LTaguatinga, Tocantins · 43 anos · Superior incompleto · PFL · nº 25604 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA227LTaguatinga, Tocantins · 39 anos · Superior completo · Funcionario Publico · PMDB · nº 15604 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.