Buscar

Alex Couto

Foto de Alex Tiago Couto
Alex Couto
Alex Tiago Couto (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PP
37 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante

Alex Couto (Alex Tiago Couto) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Betim/MG, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 56 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 29 mil), pessoal (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

930 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Alex Tiago Couto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 24 mil em receitas · R$ 56 mil em gastos

Alex Couto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Betim (MG) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 56 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 29 mil) e pessoal (R$ 13 mil).

Receitas em 2020R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 56 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
doações de pessoas
FEFC 10% · partido 56% · pessoas 34%
Gasto contratado
R$ 56 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 29 mil52,1%
  • PessoalR$ 13 mil23,3%
  • Materiais impressosR$ 11 mil19,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil2,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil2,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.