Miguel Bombeiro

Foto de Miguel Archanjo Martins Alves
Miguel Bombeiro
Miguel Archanjo Martins Alves (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PDT
65 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
Comparar ›

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Miguel Bombeiro (Miguel Archanjo Martins Alves) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Pirapozinho/SP: 90 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Pirapozinho/SP, declarou R$ 587 em receitas: R$ 437 de outras campanhas e R$ 150 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 587, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300), combustíveis e lubrificantes (R$ 150) e publicidade por materiais impressos (R$ 114). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 893.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

24 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições

A votação de Miguel Archanjo Martins Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 587 em receitas · R$ 587 em gastos contratados

Miguel Bombeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Pirapozinho (SP) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 587 em receitas: R$ 437 de outras campanhas e R$ 150 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 587, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300) e combustíveis e lubrificantes (R$ 150). Em 2008, R$ 893 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 587campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 587contratados
Gastos em 2008R$ 893contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Pirapozinho (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 587
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 74% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 587
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 30051,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15025,6%
  • Materiais impressosR$ 11419,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 233,8%
2008Vereador, Pirapozinho (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 893
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 58% · empresas 3% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 893
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 29032,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 606,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 54360,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892