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Paulo Ramos

Foto de Paulo Ramos de Oliveira
Paulo Ramos
Paulo Ramos de Oliveira (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PTB
59 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário

Paulo Ramos (Paulo Ramos de Oliveira) disputou 6 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Ubatuba em 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Ubatuba/SP: 13.826 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Ubatuba/SP, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 28 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), publicidade por adesivos (R$ 7 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2010 e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

6.246 votos em 2016 (anulados) · 6 eleições

A votação de Paulo Ramos de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 29 mil em receitas · R$ 29 mil em gastos contratados

Paulo Ramos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2010, e prefeito em Ubatuba (SP) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 28 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e publicidade por adesivos (R$ 7 mil). Em 2010, R$ 2 mil em gastos contratados; em 2008, 41% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 29 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 29 milcontratados
Gastos em 2010R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Ubatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
29 doadores pessoas físicas
pessoas 97% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil30,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 7 mil23,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil16,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil9,5%
  • Outras 8 categoriasR$ 6 mil20,3%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido 81% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil100,0%
2008Prefeito, Ubatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
27 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 37% · empresas 17% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 85540,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 612,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil56,6%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
34 doadores pessoas físicas
pessoas 82% · empresas 1% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil40,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4802,0%
  • Serviços de terceirosR$ 3001,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 460,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 13 mil56,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.