- PessoalR$ 71 mil39,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 49 mil27,5%
- Materiais impressosR$ 24 mil13,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil3,1%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil16,3%
Bruno Rossi (Bruno Pellegrino da Rocha Rossi) disputou 1 eleição, em 2024, para vereador em Curitiba/PR e foi eleito com 3.824 votos, segundo os dados do TSE. Na campanha de 2024 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 185 mil em receitas: R$ 124 mil de doações privadas (50 doadores) e R$ 61 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 179 mil, principalmente com pessoal (R$ 71 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 49 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil).
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Bruno Rossi declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Curitiba (PR) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 185 mil em receitas: R$ 124 mil de doações privadas (50 doadores) e R$ 61 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 179 mil, principalmente com pessoal (R$ 71 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 49 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.