- Militância e mobilização de ruaR$ 45081,8%
- Materiais impressosR$ 10018,2%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Diolinda do PT (Diolinda de Araujo Gonçalves) disputou 3 eleições entre 2008 e 2020, para vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Joaíma em 2008. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Joaíma/MG: 231 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Joaíma/MG, declarou R$ 890 em receitas: R$ 300 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 de outras campanhas, R$ 450 de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 550, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 450) e publicidade por materiais impressos (R$ 100). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 428 em 2012 (80% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 1 mil em 2008.
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A votação de Diolinda de Araujo Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Diolinda do PT declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Joaíma (MG) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 890 em receitas: R$ 300 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 de outras campanhas, R$ 450 de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 550, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 450) e publicidade por materiais impressos (R$ 100). Em 2012, 80% dos R$ 428 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2008, R$ 1 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.