Giovane Luiz de Lima Junior

Foto de Giovane Luiz de Lima Junior
Giovane Luiz de Lima Junior
5 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PODE
37 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Giovane Byl (Giovane Luiz de Lima Junior) disputou 4 eleições entre 2016 e 2024, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Porto Alegre em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2024, para vereador em Porto Alegre/RS: 12.115 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por RS pelo PODE. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 453 mil em receitas: R$ 438 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 94 do Fundo Partidário e R$ 15 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 39 mil) e locação de imóveis (R$ 16 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 284 mil em 2024 e R$ 36 mil em 2020.

Vereador · 2024
12.115
votos · Porto Alegre, Rio Grande do Sul
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

12.115 votos em 2024 (eleito) · 5 eleições · 2026 em disputa

A votação de Giovane Luiz de Lima Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 453 mil em receitas · R$ 55 mil em gastos contratados

Giovane Byl declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 453 mil em receitas: R$ 438 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 94 do Fundo Partidário e R$ 15 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 39 mil) e locação de imóveis (R$ 16 mil); R$ 52 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 284 mil em gastos; em 2020, 48% dos R$ 36 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 453 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 55 milcontratados, parcial; R$ 52 mil pagos
Gastos em 2024R$ 284 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2016 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 453 mil
sem doações de pessoas
FEFC 97% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 3%
Gasto contratado
R$ 55 mil
pago até agora: R$ 52 mil (94%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 39 mil70,2%
  • Locação de imóveisR$ 16 mil29,8%
2024Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 310 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 284 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 92 mil32,5%
  • Materiais impressosR$ 87 mil30,5%
  • Locação de imóveisR$ 20 mil7,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil3,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 75 mil26,5%
2020Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 68% · Fundo Partidário 20% · pessoas 12%
Gasto contratado
R$ 36 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 17 mil48,0%
  • Materiais impressosR$ 4 mil12,2%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil3,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 6001,7%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 10 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 13 mil34,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 77% · pessoas 22%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil72,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil20,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 6836,9%
2016Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
5 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 9% · partido e outras campanhas 32% · pessoas 51% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil14,6%
  • Locação de imóveisR$ 5004,5%
  • Locação de imóveisR$ 4504,1%
  • Serviços de terceirosR$ 3503,2%
  • Materiais impressosR$ 2802,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 8 mil71,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2020 e 2024 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Giovane Byl (PODE): Deputado Estadual por RS em 2026, candidaturas e votos · Radar do Voto