- Militância e mobilização de ruaR$ 220 mil33,2%
- Serviços de terceirosR$ 203 mil30,7%
- Publicidade por adesivosR$ 58 mil8,7%
- Materiais impressosR$ 29 mil4,4%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 67 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 152 mil22,9%

Malu Vinagre (Maria de Lourdes Vinagre Regis Castro do Amaral) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada estadual por PB, com 737 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por PB, declarou R$ 650 mil em receitas: R$ 650 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 350 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 661 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 220 mil), serviços de terceiros (R$ 203 mil) e publicidade por adesivos (R$ 58 mil).
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Malu Vinagre declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Paraíba em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 650 mil em receitas: R$ 650 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 350 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 661 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 220 mil) e serviços de terceiros (R$ 203 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.