Paulinho Cachoeira

Foto de Paulo Agnaldo Rocha
Paulinho Cachoeira
Paulo Agnaldo Rocha (nome civil)
4 eleições entre 2006 e 2016 · último partido PSL
58 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulinho Cachoeira (Paulo Agnaldo Rocha) disputou 4 eleições entre 2006 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 545 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 638 em receitas: R$ 354 do Fundo Partidário e R$ 284 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 638, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 538) e serviços de terceiros (R$ 100). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2010 e R$ 780 em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

289 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Paulo Agnaldo Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 638 em receitas · R$ 638 em gastos contratados

Paulinho Cachoeira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, e vereador em São Paulo (SP) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 638 em receitas: R$ 354 do Fundo Partidário e R$ 284 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 638, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 538) e serviços de terceiros (R$ 100). Em 2010, R$ 1 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 780 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 638campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 638contratados
Gastos em 2010R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 638
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 55% · partido e outras campanhas 45%
Gasto contratado
R$ 638
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 53884,3%
  • Serviços de terceirosR$ 10015,7%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil100,0%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 780
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 780
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 780100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Paulo Agnaldo Rocha (Paulinho Cachoeira): candidaturas e votos · Radar do Voto