- PessoalR$ 338 mil39,8%
- Materiais impressosR$ 248 mil29,1%
- Publicidade por carros de somR$ 78 mil9,2%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 65 mil7,6%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 122 mil14,3%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tatico (José Fuscaldi Cesílio) disputou 4 eleições entre 1998 e 2010, para deputado federal e deputado distrital. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2006 e 2002; deputado distrital em 1998. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por GO: 84.633 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por GO, declarou R$ 992 mil em receitas: R$ 947 mil de empresas e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 850 mil, principalmente com pessoal (R$ 338 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 248 mil) e publicidade por carros de som (R$ 78 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Fuscaldi Cesílio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tatico declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Goiás em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 992 mil em receitas: R$ 947 mil de empresas e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 850 mil, principalmente com pessoal (R$ 338 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 248 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.