Henrique Fontana Júnior

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Henrique Fontana Júnior
8 eleições entre 1996 e 2026 · PT
66 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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Henrique Fontana (Henrique Fontana Júnior) disputou 7 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2018, 2014, 2010, 2006, 2002 e 1998; vereador de Porto Alegre em 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RS: 131.510 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por RS pelo PT. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 129,3 milhões empenhados em 131 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 131 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por RS, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 33 mil de outras campanhas e R$ 82 mil de doações privadas (35 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 955 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 379 mil), serviços de terceiros (R$ 208 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 106 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,4 milhão em 2014 e R$ 1,3 milhão em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

108.585 votos em 2018 (eleito) · 8 eleições · 2026 em disputa

A votação de Henrique Fontana Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1 milhão em receitas · R$ 955 mil em gastos

Henrique Fontana declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 33 mil de outras campanhas e R$ 82 mil de doações privadas (35 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 955 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 379 mil) e serviços de terceiros (R$ 208 mil). Em 2014, R$ 1,4 milhão em gastos contratados; em 2010, R$ 1,3 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 955 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,4 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
35 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 89% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 8%
Gasto contratado
R$ 955 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 379 mil39,7%
  • Serviços de terceirosR$ 208 mil21,7%
  • Locação de imóveisR$ 19 mil1,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 18 mil1,9%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil0,1%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 36 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 331 mil34,6%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
91 doadores pessoas físicas
partido 9% · pessoas 8% · empresas 82%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 318 mil22,6%
  • Serviços de terceirosR$ 157 mil11,2%
  • Locação de imóveisR$ 44 mil3,1%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil0,4%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil0,4%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 82 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 877 mil62,2%
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
26 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 21% · empresas 60% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 438 mil34,5%
  • Serviços de terceirosR$ 70 mil5,5%
  • Locação de imóveisR$ 13 mil1,1%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 29 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 749 mil59,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 434 mil
90 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 22% · empresas 69% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 415 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 190 mil45,9%
  • Serviços de terceirosR$ 22 mil5,4%
  • Locação de imóveisR$ 9 mil2,3%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 193 mil46,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 129,3 milhões empenhados · 89% pago · 131 emendas em 131 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

Na Câmara dos Deputados, Henrique Fontana teve R$ 129,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 131 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 131 municípios. Já foram pagos R$ 115,3 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Porto Alegre, Rio Grande e Alvorada. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 80 milhões em 67 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 49,3 milhões em 64 emendas.2

EmpenhadoR$ 129,3 milhõesorçamentos de 2016 a 2023
PagoR$ 115,3 milhões89% do empenhado, com restos a pagar
Emendas131individuais
Municípios131diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2019 a 2022)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2023R$ 30,2 milhõesR$ 29 milhões96%1165
2022R$ 18,2 milhõesR$ 17,1 milhões94%1644
2021R$ 16,1 milhõesR$ 14,1 milhões87%1840
2020R$ 14,6 milhõesR$ 12,3 milhões84%2241
Legislatura 2019 a 2022R$ 79,1 milhõesR$ 72,5 milhões92%67110

Funções que mais receberam (2019 a 2022)

  1. 1SaúdeR$ 41,6 milhões52,0%
  2. 2Encargos EspeciaisR$ 18,7 milhões23,4%
  3. 3EducaçãoR$ 5,6 milhões7,0%

Municípios que mais receberam (2019 a 2022)

  1. 1Porto AlegreR$ 6,4 milhões8,0%
  2. 2Rio GrandeR$ 3,9 milhões4,8%
  3. 3AlvoradaR$ 2,2 milhões2,8%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2018 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885