Marcos Paixão

Foto de Marcos Roberto Brito Paixão
Marcos Paixão
Marcos Roberto Brito Paixão (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2018 · último partido PATRIOTA
44 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Empresário

Marcos Paixão (Marcos Roberto Brito Paixão) disputou 3 eleições entre 2008 e 2018, para deputado federal e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Pacajus em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Pacajus/CE: 17.944 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por CE, declarou R$ 2 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 387 mil em 2012 e R$ 176 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

2.259 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Marcos Roberto Brito Paixão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2 mil em receitas

Marcos Paixão declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Pacajus (CE) em 2008 e 2012, e deputado federal por Ceará em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2012, R$ 387 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 176 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 387 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Prefeito, Pacajus (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 317 mil
doações de pessoas
partido 24% · pessoas 9% · empresas 66% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 387 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 148 mil38,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 85 mil22,0%
  • Materiais impressosR$ 44 mil11,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 32 mil8,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 78 mil20,0%
2008Prefeito, Pacajus (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 176 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 13% · empresas 87%
Gasto contratado
R$ 176 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 41 mil23,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 32 mil18,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 29 mil16,3%
  • Materiais impressosR$ 27 mil15,3%
  • Outras 9 categoriasR$ 47 mil26,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892