- Militância e mobilização de ruaR$ 352 mil60,0%
- PessoalR$ 83 mil14,2%
- Materiais impressosR$ 22 mil3,7%
- Locação de imóveisR$ 10 mil1,7%
- Outras 9 categoriasR$ 120 mil20,4%
Toninho Mittras (Antonio Carlos da Silva) disputou 1 eleição, em 2008, para vereador em Ferraz de Vasconcelos/SP, com 579 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Em 2026, concorre a deputado estadual por SP pelo UNIÃO. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 882 mil em receitas: R$ 590 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 284 mil do Fundo Partidário, R$ 109 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 586 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 352 mil), pessoal (R$ 83 mil) e serviços advocatícios (R$ 50 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Carlos da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Toninho Mittras declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ferraz de Vasconcelos (SP) em 2008, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 882 mil em receitas: R$ 590 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 284 mil do Fundo Partidário, R$ 109 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 586 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 352 mil) e pessoal (R$ 83 mil); R$ 236 mil já foram pagos. Em 2008, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.