Teio

Foto de Célio Melo de Jesus
Teio
Célio Melo de Jesus (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido MDB
46 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Servidor Público Municipal
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Teio (Célio Melo de Jesus) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Vitor Meireles em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Vitor Meireles/SC: 416 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Vitor Meireles/SC, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 524 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 534), publicidade por adesivos (R$ 524) e serviços contábeis (R$ 200). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil.

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Evolução da votação nas eleições

204 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Célio Melo de Jesus em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Teio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Vitor Meireles (SC) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 524 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 534) e publicidade por adesivos (R$ 524). Em 2016, R$ 3 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Vitor Meireles (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 25% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 53437,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 52436,4%
  • Serviços contábeisR$ 20013,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 18012,5%
2016Vereador, Vitor Meireles (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 26% · próprios 74%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil38,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 80024,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 66020,2%
  • Serviços de terceirosR$ 35010,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 2186,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892