Carlos Eduardo Venturelli Mosconi

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Carlos Eduardo Venturelli Mosconi
10 eleições entre 1982 e 2026 · último partido PSDB
82 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Carlos Mosconi (Carlos Eduardo Venturelli Mosconi) disputou 9 eleições entre 1982 e 2018, para deputado federal, deputado estadual e senador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2010 e 2006; deputado federal em 1998, 1994, 1986 e 1982. A maior votação foi em 1990, para senador por MG: 252.399 votos. Em 2026, concorre a vice-governador por MG pelo PSDB. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 938 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 351 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 80 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 924 mil, principalmente com pessoal (R$ 665 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 117 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 milhão em 2014 (60% com pessoal) e R$ 703 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

65.362 votos em 2018 · 10 eleições · 2026 em disputa

A votação de Carlos Eduardo Venturelli Mosconi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorDep. EstadualGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 938 mil em receitas · R$ 924 mil em gastos

Carlos Mosconi declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2010, e deputado federal por Minas Gerais em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 938 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 351 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 80 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 924 mil, principalmente com pessoal (R$ 665 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 117 mil). Em 2014, 60% dos R$ 1 milhão em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, 54% dos R$ 703 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2018R$ 938 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 924 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 938 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 53% · Fundo Partidário 37% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 9% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 924 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 665 mil71,9%
  • Materiais impressosR$ 117 mil12,7%
  • Serviços de terceirosR$ 28 mil3,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil0,2%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil0,2%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 25 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 110 mil11,9%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 23% · empresas 66% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 606 mil59,9%
  • Materiais impressosR$ 153 mil15,1%
  • Locação de imóveisR$ 20 mil2,0%
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil1,1%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil0,4%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 218 mil21,5%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 703 mil
97 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 2% · empresas 79% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 703 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 381 mil54,2%
  • Materiais impressosR$ 80 mil11,4%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil1,1%
  • Serviços de terceirosR$ 405menos de 0,1%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 233 mil33,2%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 376 mil
3 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 3% · empresas 96%
Gasto contratado
R$ 375 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 177 mil47,2%
  • PessoalR$ 33 mil8,7%
  • Materiais impressosR$ 14 mil3,6%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil0,5%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 150 mil39,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1998, 2006 e 2010 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Carlos Mosconi (PSDB): Vice-Governador por MG em 2026, candidaturas e votos · Radar do Voto