Patrícia Peron

Foto de Patrícia de Jesus
Patrícia Peron
Patrícia de Jesus (nome civil)
4 eleições entre 2012 e 2020 · PDT
39 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Agente Administrativo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Patrícia Peron (Patrícia de Jesus) disputou 4 eleições entre 2012 e 2020, para vereadora e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por SP: 384 votos. Na campanha de 2018 para deputada federal por SP, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 255) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 (90% com serviços de terceiros) e R$ 2 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

89 votos em 2020 (anulados) · 4 eleições

A votação de Patrícia de Jesus em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 18 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Patrícia Peron declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Osasco (SP) em 2012 e 2016, e deputada federal por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 255). Em 2016, 90% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 61% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereadora, Osasco (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputada federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas
FEFC 57% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 14%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 10 mil97,3%
  • Materiais impressosR$ 2552,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 120,1%
2016Vereadora, Osasco (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 90%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil89,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 3159,3%
  • Materiais impressosR$ 351,0%
Ver a campanha anterior
2012Vereadora, Osasco (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 96% · pessoas 4%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil60,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 38221,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 30017,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892