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Vidigal

Foto de Edson Carvalho Vidigal
Vidigal
Edson Carvalho Vidigal (nome civil)
6 eleições entre 1970 e 2014 · último partido PDT
70 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Advogado

Vidigal (Edson Carvalho Vidigal) disputou 6 eleições entre 1970 e 2014, para deputado federal, senador, governador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 1978. A maior votação foi em 2010, para senador por MA: 502.600 votos. Na campanha de 2010 para senador por MA, declarou R$ 608 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 105 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 483 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 608 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 284 mil), serviços de terceiros (R$ 48 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 41 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 90 mil.

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Evolução da votação nas eleições

502.600 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Edson Carvalho Vidigal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalGovernadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 608 mil em receitas · R$ 608 mil em gastos contratados

Vidigal declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Maranhão em 2006, e senador por Maranhão em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 608 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 105 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 483 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 608 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 284 mil) e serviços de terceiros (R$ 48 mil). Em 2006, R$ 90 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 608 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 608 milcontratados
Gastos em 2006R$ 90 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Senador, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 608 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 17% · empresas 79% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 608 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 284 mil46,7%
  • Serviços de terceirosR$ 48 mil7,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 41 mil6,7%
  • PessoalR$ 36 mil5,9%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 4 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 200 mil32,9%
2006Governador, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 90 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 90 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 90 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1978

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.