- Materiais impressosR$ 419 mil35,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 283 mil23,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 220 mil18,4%
- PessoalR$ 95 mil7,9%
- Serviços de terceirosR$ 81 mil6,7%
- Outras 9 categoriasR$ 100 mil8,3%
Lucas Vergílio (Lucas de Castro Santos) disputou 4 eleições entre 2014 e 2024, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Goiânia em 2024; deputado federal em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por GO: 78.431 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por GO pelo MDB. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 136,4 milhões empenhados em 75 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 78 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por GO, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 1,6 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 832 mil de doações privadas (83 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 419 mil), militância e mobilização de rua (R$ 283 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 220 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 609 mil em 2024 (45% com pessoal) e R$ 2,5 milhões em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Lucas de Castro Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lucas Vergílio declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Goiás em 2014, 2018, 2022 e 2026, e vereador em Goiânia (GO) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 1,6 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 832 mil de doações privadas (83 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 419 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 283 mil); R$ 556 mil já foram pagos. Em 2024, 45% dos R$ 609 mil em gastos foram com pessoal; em 2022, 44% dos R$ 2,5 milhões em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Lucas Vergílio teve R$ 136,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 75 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 78 municípios. Já foram pagos R$ 128,7 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (60%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Goiânia, Água Fria de Goiás e Goiás. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,4 milhões em 25 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,1 milhões em 50 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 100% | 5 | 0 |
| 2022 | R$ 18,1 milhões | R$ 17,4 milhões | 96% | 6 | 21 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 15,5 milhões | 95% | 5 | 21 |
| 2020 | R$ 15,9 milhões | R$ 14,9 milhões | 94% | 9 | 13 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 82,3 milhões | R$ 79,9 milhões | 97% | 25 | 34 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.