- Serviços advocatíciosR$ 4 mil42,7%
- Serviços contábeisR$ 3 mil25,4%
- Materiais impressosR$ 2 mil22,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7007,1%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 53 lançados como "diversas a especificar"R$ 2532,6%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro de Zito da Barra (José Pedro da Silva Filho) disputou 2 eleições entre 2004 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Agrestina em 2020. Na campanha de 2020 para vereador em Agrestina/PE, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 480 de doações privadas e R$ 480 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 4 mil), serviços contábeis (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil).
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Pedro de Zito da Barra declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Agrestina (PE) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 480 de doações privadas e R$ 480 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 4 mil) e serviços contábeis (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.