Paulo Sergio de Brito

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Paulo Sergio de Brito
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PL
40 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, PC Paulo Brito (Paulo Sérgio de Brito) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Londrina/PR: 768 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Londrina/PR, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 516 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil), publicidade por adesivos (R$ 260) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 900, 67% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

507 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Paulo Sergio de Brito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

PC Paulo Brito declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Londrina (PR) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 516 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil) e publicidade por adesivos (R$ 260). Em 2016, 67% dos R$ 900 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 900contratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Londrina (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 22% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil84,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 26014,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 100,6%
2016Vereador, Londrina (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 900
doações de pessoas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 17% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 900
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 60066,7%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 30033,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892