Eudes

Foto de Francisco Eudes Lopes Rodrigues
Eudes
Francisco Eudes Lopes Rodrigues (nome civil)
7 eleições entre 2004 e 2024 · último partido REPUBLICANOS
74 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Eudes (Francisco Eudes Lopes Rodrigues) disputou 7 eleições entre 2004 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Tomé-Açu em 2004. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PA: 19.268 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Tomé-Açu/PA, declarou R$ 102 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 42 mil de doações privadas (43 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil), transporte ou deslocamento (R$ 16 mil) e publicidade por adesivos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 135 mil em 2016 e R$ 95 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

12.459 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Francisco Eudes Lopes Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 102 mil em receitas · R$ 102 mil em gastos

Eudes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Tomé-Açu (PA) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Pará em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 102 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 42 mil de doações privadas (43 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 16 mil). Em 2016, R$ 135 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 95 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 102 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 102 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 135 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Tomé-Açu (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 102 mil
43 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 29% · pessoas 41% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 102 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil29,4%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 16 mil15,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 10 mil9,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil9,8%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil35,2%
2016Prefeito, Tomé-Açu (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 135 mil
84 doadores pessoas físicas
pessoas 59% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 135 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil17,4%
  • Materiais impressosR$ 21 mil15,5%
  • ComíciosR$ 20 mil14,8%
  • Serviços de terceirosR$ 16 mil11,8%
  • Outras 10 categoriasR$ 55 mil40,5%
2014Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 95 mil
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 44% · empresas 2%
Gasto contratado
R$ 95 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil30,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil18,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil12,7%
  • Materiais impressosR$ 12 mil12,6%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil26,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Prefeito, Tomé-Açu (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 184 mil
12 doadores pessoas físicas
partido 54% · pessoas 40% · empresas 5%
Gasto contratado
R$ 99 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 59 mil59,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 20 mil20,2%
  • ComíciosR$ 12 mil12,1%
  • AlimentaçãoR$ 2 mil2,3%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil6,3%
2008Prefeito, Tomé-Açu (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 654 mil
260 doadores pessoas físicas
pessoas 71% · empresas 23% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 651 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • AlimentaçãoR$ 62 mil9,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2 mil0,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 567 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 587 mil90,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892