Paulo Renato Cortelini Gambá

Foto de Paulo Renato Cortelini
Paulo Renato Cortelini Gambá
Paulo Renato Cortelini (nome civil)
4 eleições entre 2008 e 2020 · último partido MDB
61 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Veterinário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Renato Cortelini Gambá (Paulo Renato Cortelini) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de São Francisco de Assis em 2020; vice-prefeito de São Francisco de Assis em 2016; vereador de São Francisco de Assis em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2020, para prefeito em São Francisco de Assis/RS: 5.490 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em São Francisco de Assis/RS, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2012 (59% com cessão ou locação de veículos) e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

5.490 votos em 2020 (eleito) · 4 eleições

A votação de Paulo Renato Cortelini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 30 mil em receitas · R$ 26 mil em gastos

Paulo Renato Cortelini Gambá declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São Francisco de Assis (RS) em 2008 e 2012, e prefeito em São Francisco de Assis (RS) em 2020 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil). Em 2020, 64% dos R$ 18 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 59% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2020R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 26 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 18 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, São Francisco de Assis (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
9 doadores pessoas físicas
FEFC 34% · pessoas 42% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 26 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 17 mil66,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil6,3%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 1 mil3,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil3,9%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil20,0%
2020Prefeito, São Francisco de Assis (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
15 doadores pessoas físicas
pessoas 43% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 18 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 11 mil64,1%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil22,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 460,3%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil13,0%
2012Vereador, São Francisco de Assis (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil59,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil32,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5008,4%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, São Francisco de Assis (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido 1% · próprios 99%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 96647,8%
  • Materiais impressosR$ 68533,9%
  • Serviços de terceirosR$ 30014,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 492,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 231,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892