Jiló

Foto de Giorgio de Albuquerque Candido
Jiló
Giorgio de Albuquerque Candido (nome civil)
4 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PDT
44 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Agricultor
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jiló (Giorgio de Albuquerque Candido) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereador em Muqui/ES: 144 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Muqui/ES, declarou R$ 540 em receitas: R$ 430 de outras campanhas e R$ 110 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 110, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 110). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2012 (50% com cessão ou locação de veículos) e R$ 49 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

144 votos em 2020 (anulados) · 4 eleições

A votação de Giorgio de Albuquerque Candido em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 540 em receitas · R$ 110 em gastos

Jiló declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Muqui (ES) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 540 em receitas: R$ 430 de outras campanhas e R$ 110 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 110, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 110). Em 2012, 50% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2008, 100% dos R$ 49 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 540campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 110campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereador, Muqui (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 540
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 80% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 110
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 110100,0%
2012Vereador, Muqui (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 60050,0%
  • Materiais impressosR$ 34028,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15112,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1109,2%
2008Vereador, Muqui (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 49
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 49100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892