Sérgio Nota 10

Foto de Sérgio Luiz da Silva
Sérgio Nota 10
Sérgio Luiz da Silva (nome civil)
4 eleições entre 2010 e 2020 · último partido PATRIOTA
51 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio incompleto
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sérgio Nota 10 (Sérgio Luiz da Silva) disputou 4 eleições entre 2010 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 1.357 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 45 mil em 2016 (56% com pessoal) e R$ 3 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

708 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Sérgio Luiz da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Sérgio Nota 10 declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010 e 2014, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 1 mil). Em 2016, 56% dos R$ 45 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, 41% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 45 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42010, 2014, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 54% · pessoas 46%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 1 mil100,0%
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
12 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 6% · partido e outras campanhas 38% · pessoas 56%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 25 mil56,0%
  • Materiais impressosR$ 17 mil36,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil6,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 4801,1%
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 79% · pessoas 21%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil41,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil38,3%
  • Serviços de terceirosR$ 70020,6%
Ver a campanha anterior
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 10 mil56,1%
  • Materiais impressosR$ 5 mil28,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil15,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892